Mulher nadando com uma água-viva, mas não corre risco pois usa Safe Sea

Litoral paranaense em alerta com a incidência de água-viva

Nas últimas temporadas, o estado do Paraná tem registrado um incrível aumento no número de acidentes causados por águas-vivas. Informações do Corpo de Bombeiros e da Secretaria da Saúde do estado indicam que, somente durante o verão de 2016/2017, foram registrados 28.787 casos de envenenamentos causados por esses animais no litoral paranaense, o que representa um aumento de 172% em relação ao mesmo período da temporada passada. Dados mais recentes, relativos a janeiro de 2019, mostram que em menos de um mês o estado registrou cerca de mil incidentes envolvendo as águas-vivas.

Esses animais, também chamados de “medusas”, possuem aspecto gelatinoso e transparente e pertencem ao grupo dos cnidários. Quando em contato com a pele, provocam uma espécie de queimadura química, resultado de um mecanismo de defesa do animal. Os seus tentáculos injetam uma espécie de veneno, uma substância repleta de toxinas que causa muitas dores e pode mesmo ter consequência mais graves em alguns casos. No Brasil, há cerca de 150 subespécies do animal, mas o tipo mais comum encontrado no Paraná mede cerca de 13 centímetros.

 

Qual a causa desses aumentos no litoral paranaense?

De acordo com o Corpo de Bombeiros, os aumentos registrados ocorrem devido a uma série de fatores. As correntes de água quente advindas da Europa, que incidem na orla paranaense durante o verão, trazem consigo uma grande quantidade de caravelas-portuguesas, uma espécie de água-viva maior e mais venenosa, capaz de provocar queimaduras de até terceiro grau.

Além disso, durante o verão, quando as águas estão com temperaturas acima da média, registram-se as maiores taxas de reprodução desses animais. O aquecimento global e a pesca predatória, que reduzem a diversidade de organismos competidores na natureza, favorecem o aumento da população de águas-vivas. Todos esses fatores combinados ao aumento do número de banhistas durante as temporadas veranistas ajudam a explicar o aumento significativo dos incidentes.


O que fazer em caso de envenenamentos por águas-vivas?

Após se aperceber do incidente, o banhista deve sair imediatamente da água para evitar que o contato ocorra novamente. O tentáculo do animal deve ser removido sempre com luvas e com uma pinça apropriada, nunca com a mão ou mesmo com um pano. 

O tratamento, na maioria dos casos, é simples, feito com recurso a vinagre, desses que utilizamos para temperar saladas. Outra alternativa é lavar bem a área do ferimento com bastante água do mar, de preferência gelada, sem esfregar. Esses procedimentos, em geral, são suficientes para tratar os ferimentos, mas tudo irá depender da quantidade de veneno liberada e do próprio organismo da vítima.

O banhista nunca deve usar água doce, potável ou mineral, uma vez que, por osmose, devido à diferença de concentração, o veneno irá se propagar ainda mais, o que não acontece na água salgada. Outro comportamento a evitar é o de passar urina, pasta de dentes ou pomadas sobre a área infetada. A urina, por conter flora bacteriana, pode infeccionar o local.

 

Como prevenir?

Até pouco tempo, para prevenir esses incidentes, o único método era evitar entrar na água, questionando, para isso, um guarda-vidas sobre a existência de água-viva no mar daquela região.  

Recentemente, para felicidade geral dos banhistas, eis que surgiu uma novidade que vem revolucionando o modo de lidar com a ameaça desse temido animal.  Trata-se do Safe Sea®, o primeiro e único protetor solar que previne e evita ataques de águas-vivas.

Com base em princípios ativos exclusivos, quando aplicado sobre a pele, o produto age de duas formas distintas. Formando uma barreira de proteção, o Safe Sea® cria uma textura escorregadia, que dificulta a aderência das microagulhas existentes nos tentáculos do animal, evitando que o contato seja suficiente para causar o envenenamento. Como inibidor, o protetor bloqueia os locais onde o processo de ardor é ativado, impedindo que as toxinas se propaguem.  

 

Safe Sea®: tripla ação

Além de impedir os ferimentos com medusas, o Safe Sea® protege dos efeitos do sol, oferecendo fator de proteção 50 contra raios UVA e UVB e prevenindo o envelhecimento da pele por ser enriquecido com as vitaminas B e E.

Indicado para adultos e crianças, inclusive aqueles que possuem peles sensíveis, o Safe Sea® chega agora ao mercado brasileiro para tornar o verão uma experiência ainda mais agradável, livre do estresse que a constante preocupação com as águas-vivas representa.


Safe Sea® – Prevenção e proteção contra queimaduras de águas-vivas

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