Três mulheres amigas curtindo o nascer do sol

Safe Sea®: Protetor solar hipoalergênico

Você já deve ter lido nos rótulos de produtos cosméticos e também de produtos de higiene a palavra “hipoalergênico”. Muitas vezes, esse termo acaba sendo confundido com o conceito de “antialérgico”, gerando confusão.

Então, o que significa exatamente ser um produto hipoalergênico e quais os benefícios dessa característica para o consumidor? É o que mostramos neste post. Vem ver!

“Hipo-quê?”

Primeiro, um pouquinho de etimologia – pois é a própria palavra “hipoalergênico” que nos dá pistas sobre o seu real significado.

“Hipo” é um prefixo grego que significa “posição inferior, escassez”. Por exemplo, a hipotensão é uma pressão inferior à normal, e a hipoglicemia é a queda de açúcar no sangue.

Assim, do mesmo modo, o “hipoalergênico” é aquilo que causa pouca alergia. Vamos compreender isso melhor.

 

Alergia

A alergia é uma reação do sistema imunológico a uma substância externa, que o corpo reconhece como agressora. Dependendo do agente alergênico, os sintomas mais comuns incluem coceiras, manchas, inchaço, olhos vermelhos, urticária, fluxo nasal abundante e falta de ar.

As alergias variam muito de organismo para organismo – há, por exemplo, quem tenha alergia ao pó; outras pessoas são intolerantes ao contato com metais ou pelos de animais. É possível adquirir uma alergia que não se tinha a partir de determinada altura da vida.

Há também diversos tipos de alergia. Podemos falar de alergias do trato respiratório, alergia alimentar, alergias a medicamentos e alergia de contato, causada pelo contato da pele com determinada substância.

 

Produto hipoalergênico segundo a Anvisa

No caso de um produto cosmético, o potencial de causar alergia depende de uma série de variáveis, tais como:

– Fórmula e componentes utilizados: há determinados ingredientes que sabidamente causam problemas a uma grande parcela da população;

– Concentração dos componentes: quanto maior for a concentração de um ingrediente alergênico, mais probabilidade o produto tem de causar alergia;

– Taxa de absorção pela pele: a permeabilidade (absorção do produto pela) varia conforme a região do corpo, sendo que as pregas e a face são áreas de maior absorção –algumas regiões do corpo são, por isso, mais suscetíveis à ocorrência de irritação que outras;

– Quantidade aplicada: quanto mais produto se aplicar, mais chances hão de sofrer alergia;

–  Integridade da pele: se a pele já está irritada, há mais probabilidade de qualquer produto causar alergia ou reações indesejadas;

– Modo e frequência de aplicação: existe o chamado “efeito cumulativo”, ou seja, em longo prazo o produto pode causar alergia.

Segundo Parecer Técnico n.º 5, de 2001, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (a Anvisa), os produtos que desejam ostentar o título de “hipoalergênico” em sua rotulagem deverão obedecer, obrigatoriamente, a certos critérios. Ao se registrarem na Anvisa, eles deverão ter realizado testes clínicos de sensibilização cutânea e foto alergia (causada pela ação da luz solar em alguns indivíduos), de acordo com metodologia reconhecida pela Ciência, de modo a testar a baixa incidência de reações adversas ao organismo humano.

 

A diferença entre “hipoalergênico” e “antialérgico”


Ainda segundo a Anvisa, a rotulagem do produto atestado como hipoalergênico deverá apresentar a expressão: “Este produto foi formulado de maneira a minimizar possível surgimento de alergia”. Não são aceitas frases como “Produto não alergênico” ou “Produto inócuo”. 

Isso porque não há garantias de que o produto hipoalergênico não causará alergia em 100% das pessoas – cada organismo é diferente e é impossível dizer como cada consumidor irá reagir ao mais inofensivo dos componentes. Por exemplo, calcula-se que uma a cada três pessoas apresente alergia ao pólen; há também quem tenha alergia à água, condição chamada de “urticária aquagênica”, mas em percentagem muito, mas muito menor mesmo – 1 a cada 230 milhões de pessoas no mundo. É com base nessas noções de potencial alergênico – muito frequente, frequente, raro etc. – que os testes são pensados.

Portanto, o termo “hipoalergênico” indica que determinado produto apresenta componentes que foram submetidos a testes rigorosos e que representam baixo risco de causar alergia a uma grande parcela da população. Em geral, tais produtos não contêm os principais componentes causadores de alergia, tais como o DBP, o formaldeído e o tolueno, por exemplo.

O fato de um produto ser hipoalergênico não significa que ele seja antialérgico, até porque o potencial alergênico está também relacionado a fatores hormonais, alimentares e até emocionais.

 

Safe Sea®: protetor solar hipoalergênico

Safe Sea® é um protetor solar com características únicas, que ostenta uma fórmula hipoalergênica, que não interage com o cloro. Por isso, é indicado por dermatologistas para as peles mais sensíveis, incluindo as de crianças, que a partir dos seis meses de idade podem utilizar o produto sem preocupações.

Para além disso, Safe Sea® possui uma fórmula livre de parabenos, substâncias que desencadeiam alergias, irritações e sensibilizações cutâneas e podem até mesmo gerar doenças como câncer de mama e de pele.

Se você tem pele sensível e sofre com alergias frequentes causadas por outros protetores, experimente Safe Sea®. 

Safe Sea® – Prevenção e proteção contra queimaduras de águas-vivas

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