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Verão sem queimadura e lesão de água-viva

Verão é sinônimo de sol, mar, sombra e água fresca. Mas, ano a ano, o sossego e a vida mansa das temporadas de férias são colocados em risco por uma ameaça, de consistência gelatinosa, que tem a água salgada como seu habitat natural. Falamos, claro, da água-viva, um animal marinho que, ao mínimo contato com a nossa pele, como defesa secreta um tipo de veneno para o ser humano, causando muito dores na vítima.

No início deste ano 2019, o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul registrou um aumento de 40% nos casos de acidentes envolvendo águas-vivas. Nos outros estados sulistas, Paraná e Santa Catarina, esses acidentes são também frequentes, colocando as autoridades e os veranistas em constante alerta.

Se você quer garantir a sua tranquilidade no verão, este post é para você. Trazemos aqui dicas práticas do que fazer e do que não fazer ao tratar das lesões por água-viva, com base nos aconselhamentos de dermatologistas e socorristas, e, mais importante, apresentamos uma solução inovadora de prevenção a este animal marinho. Continue a leitura para saber mais.

 

O que fazer para tratar os ferimentos causados por águas-vivas?

Em primeiro lugar, é importante frisar que os acidentes deste tipo apresentam gravidade pequena ou média e, se tratados imediatamente e de forma adequada, não geram maiores preocupações. Vejamos a seguir as principais orientações da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático:

1 – Se você estiver na água, após se aperceber do contato com o animal ou ao sentir uma dor aguda, semelhante a um formigamento, saia da água imediatamente. Em segundos, se você tiver de fato sido envenenado pelo animal, perceberá um ferimento avermelhado, semelhante a uma estria na parte do corpo afetada.

2 – Lave a área com bastante água salgada, de preferência água bem gelada – isso é o que irá impedir o veneno de se propagar e, de quebra, irá amenizar a dor que você está sentindo.

3 – O vinagre de álcool é outra excelente solução. Se você é um veranista precavido, inclua um vidrinho com esse líquido no seu kit de verão. Os guarda-vidas também costumam disponibilizar um borrifador aos banhistas.

4 – Caso a área de contato tenha sido grande e dependendo do seu organismo, pode ser que você venha a ter febre, enjoo, tontura, cefaleia, dor de cabeça, vômito e arritmia cardíaca. Nesse caso, aconselhamos que você procure um médico imediatamente. Ainda não existe um antídoto para o veneno das águas-vivas, mas o hospital irá tomar as devidas providências para neutralizar os sintomas do envenenamento.

 

O que não fazer?

Como vimos, o tratamento dos ferimentos causados por água-viva é relativamente simples na maioria dos casos. Mas atenção aos tratamentos caseiros e aos procedimentos inadequados, que podem piorar o quadro de dor. Veja a seguir o que NÃO deve ser feito.

– NUNCA retire com a mão os tentáculos do animal que eventualmente ficarem sobre a sua pele, nem mesmo usando um pano. Deixe essa tarefa para o salva-vidas, se for necessário. Ele irá usar luvas adequadas e/ou uma pinça de tamanho apropriado.

– NUNCA jogue água potável ou mineral sobre a área afetada – o veneno se propagará nesses tipos de líquidos devido a um mecanismo pressão osmótica, resultante das diferentes concentrações de sais.

– NUNCA esfregue ou encoste na área afetada porque isso também ajuda a o veneno a “passear” pelo seu corpo.

– NUNCA passe urina, pasta de dente ou pomadas variadas na área afetada. Essas mezinhas caseiras não ajudam em nada e, além disso, a urina pode causar inflamações, pois não é um líquido asséptico, ou seja, imune a germes patogênicos e bactérias.

 

Como prevenir?

Até pouco tempo a única forma de prevenção para os incidentes causados por águas-vivas era observar a bandeira lilás desfraldada pelo Corpo de Bombeiros para alertar os banhistas da presença desses animais na água. Na vigência dessa bandeira, o banhista evitava nadar ou até mesmo ficar na areia perto do mar — ou seja, uma forma de prevenção nada agradável para quem quer aproveitar o verão.

Mas eis que chega ao Brasil o Safe Sea®, o primeiro e único protetor solar do mundo que evita ataques de águas-vivas. Criado para as praias do Mediterrâneo, o produto contém ingredientes únicos, que protegem contra os envenenamentos ao formar uma barreira de proteção sobre a pele, atuando como um inibidor químico contra as toxinas liberadas pelas águas-vivas.

Além disso, Safe Sea® proporciona um fator de proteção 50 contra raios UVA e UVB. Sua composição é dermatologicamente testada, hipoalergênica e indicada inclusive para peles sensíveis de crianças e adultos.

Agora, você pode desfrutar do sol, do mar, da sombra e da água fresca com ainda menos preocupações!

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