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Ataques de água-viva: saiba como manter sua família segura

Ah, o Verão: calor, sol, praia, dias longos, noites curtas. Por isso tudo, essa é mais do que uma estação qualquer, é quase um estado de espírito, que todo mundo quer aproveitar da melhor forma, de preferência com descanso e no sossego.

No Brasil, a temporada veranil começa no último final de semana antes do Natal. Mas, ano a ano, a tranquilidade de quem gosta de aproveitar o Verão na praia é ameaçada pelos ataques de um animal que, embora mais se assemelhe a uma flor delicada dançando livremente no mar, ao mínimo contato com a pele humana, causa fortes dores em suas vítimas. Falamos das medusas (ou águas-vivas), criaturas marinhas cujo pico reprodutivo coincide precisamente com o Verão, altura do ano em que existem mais espécimes sexualmente maduros desses animais.

Em mares sul-americanos, já foram catalogadas quase mil tipos de medusas. Na costa brasileira, em estados como Santa Catarina, duas das espécies mais comuns são as águas-vivas e as caravelas. Na temporada passada (de 2019/2020), no período de menos de um mês, somente nas águas catarinense foram registrados 20.358 acidentes causados por esses animais marinhos, segundo dados do Corpo de Bombeiros do estado.

Tais acidentes podem acontecer com qualquer pessoa, até mesmo com banhistas mais experientes. Ao entrarem em contato com a pele humana, as águas-vivas liberam uma substância tóxica, responsável por fortes dores na vítima, criando uma sensação de “queimadura”. Na verdade, não se trata propriamente de um ataque. A liberação dessa substância nociva é antes uma resposta involuntária, sendo o mecanismo de defesa em uma situação na qual o animal percebe a presença humana como uma potencial ameaça.

No post de hoje, trazemos algumas curiosidades sobre essas criaturas fascinantes e mostramos como você pode se proteger delas para curtir o Verão despreocupado, sem impactar o meio ambiente. Quer ver só? Vem com a gente!

 

 

Águas-vivas e o Verão

As águas-vivas estão presentes no mar o ano todo. Então, por que o Verão é a época com maior incidência dos ataques causados por elas?

Uma das razões para esse fenômeno nós já referimos no início deste artigo, quando aludimos ao ciclo reprodutivo desses animais, cujo pico coincide precisamente com o período veranil. Outra razão está relacionada aos ventos mais fortes, típicos da estação mais quente, que também ajudam a levar essas criaturas às praias brasileiras. Além disso, o maior fluxo de banhistas aumenta as chances de contato entre o homem e esse animal marinho.

As águas-vivas também podem produzir um fenômeno conhecido como “enxamenamento”. Trata-se de uma aglomeração rápida e em grandes quantidades desses animais. Em 1999, um enxameamento que depois ficou famoso foi registrado nas Filipinas. Nele, milhares de águas-vivas entupiram as tubulações de uma usina de eletricidade, causando um blecaute que deixou 40 milhões de pessoas sem luz. No Brasil, já ocorreram grandes enxameamentos também. O primeiro de que se tem notícia data de meados nos anos 1950, quando milhares de medusas da subespécie Phyllorhiza punctata eram encontradas nas praias de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.

Uma das principais razões para a ocorrência desse fenômeno é a diminuição da qualidade do ambiente marinho, com a poluição dos mares e oceanos e o aumento desenfreado da exploração dos recursos naturais. Além disso, estudos indicam que o aumento da temperatura global tem impactado na temperatura dos mares, o que pode estimular o aumento de medusas, animais que se reproduzem melhor em águas quentes.

 

Pelo mundo

As águas-vivas estão presentes em mares do mundo inteiro.

Em Portugal, elas são tão frequentes que existe mesmo um programa de monitoramento específico para elas. Trata-se do GelAvista e está sob a responsabilidade do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Criado em 2016, o programa também recolhe informações sobre a ocorrência ou inexistência desses animais em toda a costa portuguesa para fundamentar estudos científicos.

Em 2019, na Cornualha, uma pesquisadora inglesa registrou uma água-viva gigante, chamada de “água-viva barril”. Trata-se do ser vivo mais comprido do planeta, que ocorre apenas em regiões do Pacífico, Ártico e no Atlântico Norte, podendo chegar a mais 40 metros de comprimento, tamanho que faz desse animal maior do que uma baleia azul. Com tentáculos que fazem lembrar uma crina de leão, essa subespécie também é conhecida como “Lion’s Mane”. E todo esse tamanho é documento, viu? A água-viva barril é extremamente venenosa e potencialmente letal para um ser humano.

A água-viva de Nomura é outra subespécie gigante, encontrada no Japão e na China, principalmente no Mar da China Oriental e no Mar Amarelo. Ela pode atingir um diâmetro de 2 metros e pesa até 199,5 kg!

 

Primeiros socorros

Como se reagir a um incidente causado por uma água-viva?

Bom, em primeiro lugar, é importante saber que um contato com esse animal gera normalmente ferimentos de pequena a média gravidade. Contudo, os efeitos de toxinas liberadas em um “ataque” são os mais diversos e dependem de espécie para espécie. De todo modo, seja qual for a seriedade, não há dúvida de que se trata de um grande transtorno para os banhistas.

Vejamos a seguir o que fazer em caso de acidente.

Se você sentiu as dores do veneno sob a forma de uma sensação de ardência, saia da água imediatamente, para evitar novo contato com o animal. Não tente retirar os tentáculos com um pano, nem tocar diretamente na medusa – o ideal é usar luvas e uma pinça. Não se esqueça de que tocar diretamente nessa criatura marinha gerará mais ferimentos. Outra coisa importante: as células portadoras de veneno não se encontram exclusivamente nos tentáculos e, mesmo depois de mortas, ainda podem injetar as toxinas. Outra coisa proibida: esfregar a pele afetada, pois pode liberar ainda mais veneno.

Depois de sair da água, o que você deve fazer é lavar a área afetada com bastante água salgada. O vinagre também ajuda a neutralizar a ação do veneno.  A dor e o desconforto normalmente vão melhorar após 20 minutos, mas pode ser necessário até um dia para que desapareçam completamente.

Lembre-se: não use água potável ou água mineral, pois elas podem ajudar o veneno a se espalhar pelo corpo e aumentar a dor. Urina, pasta de dentes, pomadas e bebida alcoólica devem ser evitados – eles não têm eficácia comprovada no tratamento.

Em caso de sintomas como febre, enjoo, tontura, cefaleia, dor de cabeça, vômito e arritmia cardíaca, você deve procurar um médico imediatamente.

 

Como prevenir

Nas praias brasileiras, a bandeira lilás serve para alertar os banhistas da existência de águas-vivas na água. Uma forma de se prevenir é, portanto, evitar nadar nas praias onde se registra a maior presença desses animais. Mas essa não é a solução ideal, né? Para quem não quer deixar de aproveitar o Verão, a solução é Safe Sea®, primeiro e único protetor solar do mundo que fornece proteção contra envenenamentos por águas-vivas.

Até há uns tempos, esse produto revolucionário não estava disponível no Brasil – por exemplo, nesta reportagem do Portal Lucilia Diniz, a jornalista relata ter ficado feliz ao encontrá-lo encontrar na loja de um navio que percorre as praias da Côte D’Azur e Itália. Agora ninguém tem que ir tão longe para levar essa proteção para casa, pois Safe Sea® já pode ser adquirido em mares brasileiros.

 

Como ele funciona?

Com sua forma única, atua como um inibidor físico e químico dos acidentes causados por águas-vivas, oferecendo praticamente 100% de proteção aos banhistas. Num mecanismo físico de atuação, a textura de Safe Sea® dificulta a aderência dos tentáculos do animal à nossa pele – assim, eles não conseguem “grudar” o suficiente para propagar o seu veneno. Com uma ação química, o produto bloqueia o caminho entre o receptor do animal e a epiderme humana, impedindo também que as substâncias tóxicas se espalhem.

Além de tudo isso, Safe Sea® é um produto certificado como amigo do mar, por ser livre de substâncias tóxicas, como a benzofenona-3, que ajudam a destruir os corais.

Então, quer garantir um Verão mais tranquilo? Safe Sea® pode ser encontrado nas melhores farmácias brasileiras.

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Até o próximo post!

 

Safe Sea® – Prevenção e proteção contra queimaduras de águas-vivas

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